Lembra quando você comprou um mega presente só para ouvir um "gosto de você como amiga?".
Lembra das noites em que sonhou com vocês dois juntinhos e depois descobriu que a pessoa estava a fim de outro (provavelmente de um amigo seu?).
Lembra do primeiro dia quando ele sorriu pra você? E do segundo dia, quando se descobriu perdidamente apaixonada?
Não? Parabéns, você faz parte da minoria de pessoas saudáveis e esse artigo, provavelmente, não é pra você.
Agora, se você já acabou com mais um pote de sorvete no último fim de semana, vale a pena prosseguir nesse post até o fim.
Difícil tocar nesse assunto, não é? Mas eu vim aqui hoje remexer mais um entulho, cutucar a ferida, levantar o lodo, abrir um.....bem, acho que você já entendeu o ponto.
O caso é que, para cada ação existe uma reação. E, para cada reação, um culpado. Ou dois, mas não vamos complicar mais. Não ainda.
Todas essas situações poderiam ser evitadas se não fosse por um indivíduo coadjuvante nessa história. Vejamos:
"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?"
Jeremias 17; 9
Jeremias 17; 9
Eu, particularmente, imagino meu coração como uma criança voluntariosa e cheia de carência. E é justamente ela, a carência, que tem nos feito de bobos. Sim, não foi seu crush, seu namorado ou sua amiga que fizeram isso. Foi a sua carência.
Atualmente nos sentimos tão vazios, solitários e econômicos em amor que, ao menor sinal de qualquer sentimento genérico dele, nos entregamos. Enfiamos a cara na sensação e, eventualmente, na parede também.
Chega de planejar a lista de casamento com o desconhecido do ônibus, ou com a moça do balcão do aeroporto!
Quando estamos carentes (ou somos, por natureza), praticamente colocamos um alvo, bem grandão, na testa e apenas esperamos o estrago. Qualquer ofensiva o atingirá. Qualquer olhar, qualquer sorriso. E aí você pergunta: "mas qual o problema disso?"
"Bem", eu respondo, "se as caixas de chocolate, as lágrimas e os micos não falarem por si só, o amor-próprio, com certeza, falará."
Amigos, agindo assim seu valor será cotado junto ao de papel de pão! Além do fato de você se tornar aquela pessoa que está sempre em baixa com sua fé, vivendo uma montanha russa emocional e, pior de tudo, atraindo sanguessugas emocionais que drenarão ainda mais suas esperanças.
Não confunda amizade com paixão. Respeito com afinidade.
Pare agora. Analise o alvo de seus afetos. Passe um desodorante e sai pra vida. Viva pra fé, porque você vale mais do que todas essas coisas.
Atualmente nos sentimos tão vazios, solitários e econômicos em amor que, ao menor sinal de qualquer sentimento genérico dele, nos entregamos. Enfiamos a cara na sensação e, eventualmente, na parede também.
Chega de planejar a lista de casamento com o desconhecido do ônibus, ou com a moça do balcão do aeroporto!
Quando estamos carentes (ou somos, por natureza), praticamente colocamos um alvo, bem grandão, na testa e apenas esperamos o estrago. Qualquer ofensiva o atingirá. Qualquer olhar, qualquer sorriso. E aí você pergunta: "mas qual o problema disso?"
"Bem", eu respondo, "se as caixas de chocolate, as lágrimas e os micos não falarem por si só, o amor-próprio, com certeza, falará."
Amigos, agindo assim seu valor será cotado junto ao de papel de pão! Além do fato de você se tornar aquela pessoa que está sempre em baixa com sua fé, vivendo uma montanha russa emocional e, pior de tudo, atraindo sanguessugas emocionais que drenarão ainda mais suas esperanças.
Não confunda amizade com paixão. Respeito com afinidade.
Pare agora. Analise o alvo de seus afetos. Passe um desodorante e sai pra vida. Viva pra fé, porque você vale mais do que todas essas coisas.
"Pois eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, teu salvador. Dei o Egito por teu resgate, a Etiópia e Sabá em troca de você.
Porque és precioso a meus olhos, porque eu te aprecio e te amo, troco reinos por ti, entrego nações em troca de ti."
Isaías 43; 3-4
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