terça-feira, 30 de agosto de 2016

Um Deus biólogo


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João 15:1 diz que Jesus é a videira e o Pai dele o agricultor. Existe uma metáfora com conteúdo biológico intenso nesta passagem onde Jesus explica quem Ele é em relação ao seu pai; onde Ele mora (eu imagino um jardim) e quem somos nós neste relacionamento. 
Engraçado lembrar que somos ramos da videira e que não produzimos nada longe dela. Ou seja, se estamos longe de Jesus (videira) somos galhos secos, gravetos, matéria prima para fogões de lenha ou forno de pizza….nada mais! Ah, mas se estamos ligados em Jesus, somos galhos, ramos, com a mesma composição da videira e damos os frutos que a videira produz! 
O fruto é da videira mas vem ao mundo através de nós, os galhos. Somos, como galhos, tão parecidos com a videira que damos o fruto que ela dá! Só produziremos algo útil nesse mundo quando tivermos a mesma composição de Jesus… quando a seiva que corre no nosso floema for a mesma seiva que corre no floema de Jesus. No jardim de Deus, onde você está? Como você está? Você tem sido ramo fértil ou galho seco? Em outras palavras, você tem estado conectado em Jesus ou longe dele, sem sua seiva elaborada, sem vida? Não se deixe enganar pelo dia-a-dia e lembre-se que além de ser ramo, precisamos florescer e ser pólen….pois quando o vento do Espirito Santo passar nesse jardim, você poderá sair por aí, espalhando Deus por esse mundo, sendo frutífero e fecundando vida num mundo onde há muita morte e desilusão.

Colaborou Adson Passos
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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Santidade x Sanidade



Impressionante como uma letra (letra T) consegue transformar algo muito mais físico do que espiritual para algo muito mais espiritual do que físico. Pensava eu nesse conceito e nessa frase pois somos levados a viver um cristianismo são, desenvolvendo uma vida santa; um conceito religioso ponderado tanto para meu corpo quando para minha alma! Equilíbrio, bom senso!
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), saúde não é ausência de doença mas um estado completo de bem estar físico, mental e social. Segundo, John Wesley, Santificação é a vida de Deus na alma do homem. 
Hoje, na medicina moderna, não mais buscamos sanidade (estar são) para termos boa qualidade de vida mas, também, para termos boa qualidade de morte, visto que como se morre, em geral, depende de como se viveu. 
No cristianismo moderno, e também no antigo, fala-se que buscamos santidade para viver bem e morrer melhor, lembrando que para o cristão a morte não é um fim, mas um começo.
Percebemos que não se pode dissociar a ideia de Santidade e Sanidade. Como cristãos, não podemos aceitar nada menos que ser santos e sãos: de alma e de corpo. 
Precisamos ser santos e sãos para cumprir aqui na terra o chamado que Deus nos fez. Talvez essa seja a hora de investirmos em Santidade, cultivando o tempo com Deus e em Sanidade, cultivando o tempo com as boas práticas que levam à saúde do corpo como dormir bem, comer bem e praticar exercícios físicos. 
Vamos cuidar do corpo tão bem quanto cuidamos da alma? Vamos emagrecer? Vamos ao médico saber se está tudo bem? Vamos cuidar do “templo do Espírito?” 
Eu preciso disso, e você?
Que Deus nos ajude a não pensar que o jeito em que estamos é normal! 
Que Deus nos ajude a entender o que Wesley falou quando disse que é preciso ter culto na vida para ter vida no culto….Isso é fácil? Não! Impossível? Também não!!

Por Adson Passos
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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Não somos órfãos!



No último domingo vivenciamos o dia dos pais. As redes sociais estavam repletas de fotos de filhos com seus pais. Alguns vivos outros já mortos. Mas também estavam repletos de lamentos por aqueles que sequer conheceram seus pais.
Em mateus 6: 9, Jesus nos ensina a orar. E aqueles que afirmam que orar é falar com Deus estão certos. Deus-Pai! Jesus nos apresenta Deus como pai logo nas primeiras palavras desse verso: “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso que estais nos céus…” A palavra pai usada originalmente foi “Abba” que significa, segundo a tradição judaica, uma palavra que as crianças pronunciam, ainda sem saber falar direito, para se referir aos seus pais….em nossa língua imagine uma criança no seu primeiro ano de vida falando algo do tipo: “pa” ou “papá”, algo que quando pronunciado faz o pai vir correndo ao seu encontro.
Bem isso que Jesus quis dizer: chame seu pai como se você nem sequer soubesse pronunciar seu nome, como se você não o conhecesse profundamente (afinal, o que uma criança de um ano conhece seu pai em profundidade? Ela sabe a profissão do pai? Ela sabe onde ele nasceu? Quanto ele ganha?). Chame seu pai sem conhecê-lo, mas chame! Chame seu pai mesmo não sabendo de onde ele vem, mas sabendo que se você chamar, ele vem! E ao chegar perto de ti, te dará um abraço, um abraço de amor. Um abraço de rendição e segurança que faz o tempo parar e nunca mais querermos sair de lá!

Por Adson Passos

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